Quem for desenvolvedor de sistemas pode estranhar falarmos sobre as dificuldades deste assunto. Talvez até estranhe falar sobre a necessidade de soluções especificas para eForms. Pode pensar, desenvolvo uma tela para entrada de dados e gravo diretamente no banco de dados. Fazemos isso desde o primeiro sistema de informação na era “jurássica” da informática. Por favor, não vejam aqui nenhuma provocação ao amigo Tognai que fez um belo POST sobre os dinossauros, opa, Mainframes que acabam de fazer aniversário.
Bom, um dos desafios é a disponibilidade de acesso do “cliente” ao sistema que fornece essa tela. Claro que o advento da WEB ajudou a diminuir esse problema, mas ao mesmo tempo trouxe outros, como as questões de segurança da bases de dados, firewalls, compatibilidade de browsers, e outras que meus amigos desenvolvedores podem listar melhor do que eu. Nos mantendo ainda nessa questão de acesso, apesar do avanço da oferta de formas de conexão a internet ainda existe uma boa parcela da população com acesso restrito a mesma, ou situações profissionais em que ela não está disponível. Portanto, uma oferta de eForms que esteja disponível off-line ainda é importante. A solução para esse caso é possuir a ferramenta de eForm instalada no seu desktop ou notebook.
Existem também alguns desafios de negócios ligados a validação do “autor” das informações, ou seja, a garantia de que a fonte das informações seja a correta ou mesmo a questão de legislações que exijam a assinatura física do formulário para dar valor legal ao mesmo.
Agora chegamos a um aparente impasse. Está claro o ganho que os eForms trazem ao processo de coleta de informações, mas uma série de requisitos nos mantém presos ao papel.
OCR, ICR e Código de barras multidimensional são algumas soluções para esse problema que abordaremos em outro POST.